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    O Poder da unidade

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    Pheryus
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    Ralph O Poder da unidade

    Mensagem por Pheryus em Dom Nov 07, 2010 5:15 pm

    Aqui vai se concretizar minha outra história. Vou dividir em capítulos, mas não muito grandes para as pessoas não terem preguiça de ler e comentar. Portanto, todo domingo, irei disponibilizar um capítulo novo e avisar. Digam o que acham bom e ruim, e se encontrar um erro, avise!

    Livro I - Desdenho e façanha
    Capítulo I - Aquele que nunca fez nada de bom!


    Spoiler:
    O sol brilhava no imaculado céu azul. Alguns rouxinóis voaram em bando ao horizonte e a brisa suave e longa penetrava na rua.
    A alameda ainda não era calçada e as pessoas dificilmente se locomoviam. Muita gente caminhava na alameda e Leroy parecia ser o mais limpo entre todos. A maioria era pobre e alguns mendigavam, porém ele, o jovem, era limpo e esbelto.
    - Ei. – uma voz disse às suas costas. Outro homem estava em seu encalço. – Chegamos cedo, não? Talvez tenha comparecido com a primeira alva do dia.
    - O que eu quero saber de sol? – resmungou rabugento, o jovem.
    - Ele aparenta ser melhor do que lá, mais... – o homem tentou achar uma palavra que se adequasse sobre o que falava. – suave.
    Carl era míope e usava óculos de grau. Não era jovem, mas mesmo assim continuava glabro. – Você sabe o porquê de eu vir. Preciso da pedra. Ele não descansará enquanto achar que ela não está segura.
    O jovem bufou. Não gostava nem um pouco de Carl, o que para sua triste expectativa nunca mudou. Quando Leroy ainda era jovem, Carl ocupava sua vida e o aborrecia, como se ele fosse um simples peso morto.
    - Como posso saber que você não vai roubar a pedra? – perguntou ele.
    Carl riu. – Tu sabes o que aconteceu com o Dest, não? O quão nocivo e pernicioso foi nosso querido e amado mestre. – exclamou ele.
    - Não quero me lembrar disso, se quer saber. Mas para que a pedra?
    Nuvens projetaram sombras alargadas nos dois, remoendo-os a escuridão, que por poucos instantes voltou a alvorecer.
    - Não é de sua feitura saber por que precisamos da outra pedra, mas é melhor eu te mostrar logo a situação. – disse Carl. – Ele nos disse que precisamos ser perfeccionistas no nosso trabalho. Ou seja, não devemos falhar. Por isso, mesmo que você falhe, a pedra precisa ficar em segurança porque se alguém a achar e descobrir sua verdadeira habilidade estaremos encrencados. Mas, se eu pegar a pedra, leva-la comigo a salvo até nosso líder, mesmo se você falhar e acabar morrendo, a pedra estará em segurança, e é isso o que mais importa.
    - Legal você ter bastante preocupação com os outros. Tudo por uma maldita pedra. – disse Leroy, irritado.
    - Leroy, você sabe que não é por uma maldita pedra que você está aqui. – continuou o homem. – Você teve todo o direito para escolher se iria fazer a missão e ganhar sua recompensa, ou sofrer as conseqüências. Só não entendo por qual motivo eles te deixaram num trabalho tão perigoso nesse, se você ainda é um fedelho.
    Leroy olhou o homem, ruinoso. Involuntariamente, retirou de seu bolso a pedra da qual falaram, e a ostentou na mão.
    - É melhor você calar a boca, Carl. – comentou Leroy, nocivo. E entregou a pedra para o homem.
    - Volto daqui a uma semana para te buscar com ele, ou buscar seu corpo. Você quem irá decidir por suas ações. É melhor tomar cuidado. – e o homem riu falsamente.

    A tênue luz da lamparina pendurada no teto era a única fonte de energia. Alguns objetos eram indistinguíveis e pareciam simples borrões pretos. O porão tinha caixas, barris e estava acobertado por teias de aranha. Leroy dormia nostálgico na cama de madeira, tranquilamente.
    A cela onde o jovem estava preso tinha uma estante com livros empoeirados e mais teias de aranhas e pó. O ar ficará poluído e úmido, porém o sono ainda existia.
    A porta da sala fechou-se em um baque seco e ele se levantou assustado, olhando a volta. Alguns passos ecoaram na sala e um homem alto e magro postou-se de frente a cela.
    - Vim te trazer sua comida. Acharam que você já estava com fome. – disse o homem, calmamente.
    Leroy balançou sua cabeça alegre por receber sua comida. O homem passou-lhe um prato e talheres e comida saborosa.
    - Obrigado Jack. – disse ele.
    - Sabe, creio que você anda um pouco chateado pelos imprevistos que aconteceram, mas a culpa foi sua. Se você não tivesse feito aquilo, tudo teria ocorrido como planejado e você não estaria atrás das grades, Leroy. Sabe que poderia ter um cargo mais elevado e disputado em seu trabalho, mas, ao invés disso, comete sempre seu pior ponto fraco. Falha em seus objetivos.
    Jack olhou cinicamente para o garoto e riu.
    - É incrível como você nunca consegue completar alguma coisa. Mesmo que você tente mudar isto, Leroy, não vai conseguir.

    14/11/10... Capítulo II - Pela missão... Em BREVE

    Lucas™
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    Ralph Re: O Poder da unidade

    Mensagem por Lucas™ em Qua Nov 24, 2010 9:30 pm

    Não sei exatamente julgar uma história, mas achei a sua muito boa, Pheryus! Estou aguardando o cap. 2. ^^

    Arthur Augusto
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    Ralph Re: O Poder da unidade

    Mensagem por Arthur Augusto em Qua Dez 29, 2010 2:22 pm

    Muito bom, mas onde está o capitulo 2 kra? Continua ai! Ralph *-* (2)

    Pheryus
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    Ralph Re: O Poder da unidade

    Mensagem por Pheryus em Qua Dez 29, 2010 2:42 pm

    Valeu pelos comentarios, irei postar em breve.

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